Vivências pedagógicas
Vivências pedagógicas: Pedagogia da terra, das águas e das florestas e educação escolar quilombola em movimento
Titular : Luiz Bezerra Neto (currículo Lattes)
Substituta: Maria Cristina dos Santos (currículo Lattes)
A Cátedra analisa e difunde pedagogias historicamente marginalizadas, fundamentadas no materialismo histórico-dialético, com foco na educação do campo e quilombola. Objetiva promover desalienação e formação omnilateral, articulando matrizes críticas e saberes ancestrais. Suas ações incluem seminários e sistematização de experiências em livro, fortalecendo uma educação libertadora e socialmente referenciada.
Objetivos
- Promover a ampliação crítica do conhecimento sobre as práticas e fundamentos da Pedagogia da Terra, das Águas e das Florestas e da Educação Escolar Quilombola, a partir de uma análise materialista histórica e dialética, visando à desalienação e à formação unilateral de sujeitos engajados na transformação das relações sociais de produção no campo da educação, culminando na produção intelectual coletiva e na disseminação ampliada desses saberes.
- Investigar, sob a ótica do materialismo histórico-dialético, as contradições e potencialidades inerentes às vivências pedagógicas da educação do campo, e da educação escolar quilombola, desvelando suas raízes sociais e históricas.
- Coletar, organizar e analisar as experiências e reflexões emergentes do evento, com vistas à construção e publicação de um livro que se constitua como ferramenta de estudo e intervenção para a educação popular e emancipatória.
- Realizar um seminário integrador na comunidade quilombola de Ivaporunduva e um seminário integrador na UFSCar, ambos abertos ao público e que abordem as temáticas centrais do evento, garantindo sua transmissão via YouTube para ampliar o alcance e democratizar o acesso ao debate crítico sobre a educação do campo e quilombola.
- Estimular a reflexão sobre a articulação entre teoria e prática (práxis) nas abordagens pedagógicas estudadas, impulsionando a capacidade dos participantes de intervir de forma transformadora em suas realidades educativas.
- Fortalecer a articulação entre educadores, estudantes e comunidades envolvidas com a educação do campo, e a educação escolar quilombola, promovendo a troca de saberes e a organização coletiva em prol de uma educação verdadeiramente emancipatória.
